Ir para o conteúdo principal
SolarZ
  • Soluções
  • Quem somos
  • Conhecimento
  • Contato
Começar agora

Monitoramento

Compatível com mais de 100 portais de monitoramento do mercado

SolarZ Pay

Todas as mensagens de seus clientes em um canal exclusivo no WhatsApp

CRM

O CRM de vendas feito exclusivamente para o integrador solar

SolarZ IA

Inteligência artificial nativa em todos os seus produtos SolarZ

SolarZ Gerador de Propostas

Gerador de propostas

Transforme leads em clientes com propostas geradas em segundos

Icone SolarZ Chat

Chat

Centralize todas as mensagens dos seus clientes no WhatsApp

Gestão de pós-vendas

Transforme leads em clientes com nosso gerador de propostas

Aceleração comercial

Consultoria comercial para integradoras que querem crescer mais

Blog

Blog

Leia nossos principais artigos e insights do mercado solar e não fique para trás

Cases de sucesso

Cases de sucesso

Veja como empresas de energia solar estão usando o ecossistema SolarZ para gerar receita recorrente

Materiais ricos

Materiais ricos

Ebooks e planilhas para o integrador solar continuar evoluindo

Podcast

Podcast

Com os profissionais mais relevantes do mercado solar

Imersão Galaxy

Imersão Galaxy

Educação de vendas, gestão e processos para integradores

Solarz BI

Solarz BI

SolarZ BI, acesse a quantidade de usinas instaladas por região

Navegação

Quem somos
Contato

Outros

Entrar Começar agora

Menu rápido

  • Monitoramento
  • CRM
  • Gerador de propostas
  1. Início
  2. Blog
  3. Zero Export na energia solar e como configurar inversores corretamente
Zero Export na energia solar e como configurar inversores corretamente
  • 10/04/2026

Zero Export na energia solar e como configurar inversores corretamente

Robson Conceição
Robson Conceição CMO
24/06/2026

A Lei 14.300/2022 consolidou o marco legal da micro e minigeradoração distribuída no Brasil, e desde então o setor solar passou por um processo intenso de adaptação. Para o integrador solar, entender o que mudou e como isso impacta o dimensionamento e as propostas comerciais é essencial para manter a precisão e a credibilidade junto ao cliente.

Este artigo apresenta uma análise das principais mudanças regulatórias do setor solar após a Lei 14.300 e como a SolarZ ajuda integradores a se manter em conformidade.

O que mudou com a Lei 14.300/2022

A Lei 14.300, promulgada em janeiro de 2022, estabeleceu um novo marco legal para a Geração Distribuída (GD) no Brasil. As principais mudanças foram:

1. Diferenciação entre sistemas antigos e novos

A lei criou uma distinção entre sistemas instalados antes e após a data de corte:

  • Sistemas do Regime 1 (solicitados até 6 de janeiro de 2023): mantêm as regras de compensação do sistema anterior (net metering completo) por 25 anos a partir da data de instalação
  • Sistemas do Regime 2 (solicitados a partir de 7 de janeiro de 2023): passaram a seguir as novas regras, incluindo a cobrança de parte das tarifas mesmo para quem gera mais do que consome

2. Custo de disponibilidade e TUSD-G

Para os sistemas do Regime 2, foi implementada a cobrança de parte da TUSD (Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição) sobre a energia injetada na rede. Essa cobrança, chamada de TUSD-G, reduce a economia líquida do sistema solar em comparação com o regime anterior.

O impacto no payback depende da tarifa local e do perfil de consumo, mas em geral aumentou o prazo de retorno dos sistemas instalados após janeiro de 2023.

3. Novas categorias de tamanho

A lei redefiniu as categorias de sistemas de GD:

  • Microgeradoração distribuída: até 75 kW
  • Minigeradoração distribuída: acima de 75 kW até 5 MW (rural e serviços de saneação) ou 3 MW (demais)

O impacto no dimensionamento e nas propostas

As mudanças da Lei 14.300 têm impacto direto na precisão das propostas comerciais:

  • Cálculo de economia precisa incorporar a TUSD-G: propostas que ignoram a TUSD-G apresentam economia superestimada, gerando expectativas incorretas no cliente
  • Payback mais longo para novos sistemas: o aumento do prazo de retorno precisa ser comunicado com transparência e contextualizado
  • Estratégia de dimensionamento pode mudar: em alguns cenários, dimensionar o sistema ligeiramente abaixo do consumo total pode ser mais vantajoso para minimizar o impacto da TUSD-G

Como a SolarZ garante conformidade regulatória nas propostas

A SolarZ atualiza continuamente seus modelos de cálculo para refletir as regras vigentes, incluindo as definições da Lei 14.300 e suas regulamentações complementares da ANEEL.

O módulo de dimensionamento e geração de propostas da SolarZ considera:

  • O regime regulatório aplicado ao sistema (Regime 1 ou 2)
  • O impacto da TUSD-G na economia líquida do cliente
  • O cálculo de payback com as novas regras de compensação

Para o integrador que quer manter suas propostas em conformidade com a legislação atual sem precisar acompanhar cada atualização regulatória manualmente, a SolarZ oferece a ferramenta certa. Conheça os planos e comece hoje.

Insights para impulsionar seu negócio

O hub de conhecimento para integradores que querem liderar o mercado.

Ver mais
Documentação Técnica para Energia Solar: Guia Completo para Integradores
Geral
24/06/2026

Documentação Técnica para Energia Solar: Guia Completo para Integradores

A documentação técnica para energia solar é essencial para aprovar projetos fotovoltaicos. Saiba como criar documentos profissionais e conformes.

O Que é Taxa de Disponibilidade em Usinas Solares: Guia Completo para Integradores
Pós-vendas
23/06/2026

O Que é Taxa de Disponibilidade em Usinas Solares: Guia...

Taxa de disponibilidade mede o tempo operacional de usinas solares. Entenda os principais KPIs e benchmarks do setor para maximizar...

O que são NR 10 e NR 35 e por que são obrigatórias para energia solar
Tecnologia
21/06/2026

O que são NR 10 e NR 35 e por...

Descubra como as normas NR 10 e NR 35 são fundamentais para a segurança em instalações solares. Conheça as obrigatoriedades...

Perguntas e respostas

As respostas para as questões mais frequentes.

  • Ainda tem dúvidas? Envie uma mensagem para o time SolarZ.
  • Fale com um consultor Estamos disponíveis no Whatsapp!

Zero Export é uma configuração no inversor fotovoltaico que limita ou impede a injeção de energia excedente na rede da distribuidora. Ele é necessário em situações onde a concessionária exige essa restrição como condição de conexão, em condomínios com contrato de fornecimento específico, em clientes do Regime 2 da Lei 14.300/2022 que querem evitar a cobrança de TUSD sobre a energia injetada, ou em instalações industriais onde a rede não suporta a exportação.

A Lei 14.300 definiu dois regimes para micro e minigeração: o Regime 1 mantém as regras anteriores de compensação sem TUSD sobre a energia injetada para sistemas instalados até 2045 (conforme prazo regulamentado), e o Regime 2 aplica TUSD sobre a energia exportada para a rede. Para clientes no Regime 2 com alto excedente, configurar Zero Export pode ser economicamente vantajoso, pois evita a cobrança sobre energia que seria injetada sem compensação plena.

A configuração varia por fabricante: no Fronius, é feita via Fronius Solar.web ou pelo display do inversor usando o parâmetro de limite de exportação. No Growatt, pelo ShineTools ou APP Shine. No Huawei, pelo FusionSolar com configuração de potência máxima de injeção. Em todos os casos, é necessário um medidor de energia bidirecional instalado no ponto de conexão para que o inversor monitore o fluxo em tempo real e ajuste a potência gerada dinamicamente.

O Zero Export pode aumentar o payback em projetos onde o perfil de consumo do cliente não absorve toda a geração durante as horas de pico solar. Se o sistema é dimensionado para maximizar o autoconsumo e o excedente seria pequeno, o impacto é mínimo. Porém, em sistemas superdimensionados ou com consumo noturno predominante, limitar a exportação reduz a geração aproveitada e pode aumentar o payback em 6 a 18 meses. O dimensionamento correto considerando o perfil de carga do cliente é essencial.

Sim, o Zero Export deve ser documentado e comunicado formalmente ao cliente, pois altera a performance do sistema em relação ao projeto original. O contrato de instalação deve prever essa configuração quando aplicável, com explicação do impacto esperado na geração e na fatura. Configurar Zero Export sem informar o cliente pode gerar insatisfação quando ele perceber geração abaixo do prometido, além de criar risco jurídico para a integradora caso o cliente conteste os resultados com base no projeto aprovado.

Assine a newsletter!

Seja o primeiro a saber das nossas novidades!

Seu negócio não precisa de muitas ferramentas. Precisa da SolarZ!

Sobre nós

  • A SolarZ
  • Carreiras
  • Canal de ética
  • Solarz Awards

Soluções

  • Monitoramento
  • SolarZ Pay
  • CRM
  • SolarZ IA
  • Gerador de propostas
  • Chat
  • Gestão de pós-vendas
  • Aceleração comercial

Conhecimento

  • Blog
  • Cases de sucesso
  • Materiais ricos
  • Podcast
  • Imersão Galaxy
  • Solarz BI
contato@solarz.com.br
contato@solarz.com.br
(11) 91078-9756
(11) 91078-9756

Copyright© 2026 | SolarZ Tecnologia | Todos os Direitos Reservados | Política de Privacidade